A banalização da Sagrada Comunhão

A MUDANÇA DA PRÁXIS RELATIVA À RECEPÇÃO DA SAGRADA COMUNHÃO
Até o século XIX, os critérios para comungar eram doutrinalmente tão exigentes que, na prática, poucas pessoas comungavam.
Considerava-se que, para além de uma preparação que eu chamaria de negativa — o fiel não deveria ter consciência de nenhum pecado grave –, era necessária uma cuidadosa preparação positiva: jejum eucarístico desde a meia noite, asseio e modéstia pessoais muito mais salientados que o normal, oração fervorosa com a repetição de inúmeros atos de fé, esperança, adoração, humildade, caridade etc. No dia-a-dia, as pessoas comungavam raramente, somente depois de se confessarem e fora da Santa Missa.

“Os comunistas têm medo de Nossa Senhora de Fátima”, garante Cardeal chinês

O Bispo emérito de Hong Kong, Cardeal Joseph Zen Ze-kiun, garantiu em recente entrevista que os comunistas conhecem a mensagem de Fátima e, por isso, “têm medo de Nossa Senhora de Fátima”.
O Purpurado esteve na Alemanha, onde participou de um evento no santuário de peregrinação alemão de Kevelaer em 13 de maio. Na ocasião, concedeu uma entrevista à Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), na qual falou sobre a Igreja Católica na sociedade chinesa.

Ideologia de Gênero: a mais terrível inimiga da família

No dia 17 p.p., foi aprovada, pela Comissão de Direitos Humanos, e segue para a Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor, uma proposta (PLS 332/2015) para modificar o Código de Defesa do Consumidor tendo em vista – segundo o documento – o combate à “discriminação  de gênero”.[1]
O texto da proposta “classifica como abusiva toda publicidade que incite a discriminação baseada no gênero, e proíbe o reforço de estereótipos de gênero na exposição de produtos ou serviços para crianças e adolescentes”, segundo o site do Senado Federal.

As grandes heresias: visões do protestantismo


De São Francisco de Sales:

'Como pode uma boa alma não deixar de arder em santo zelo e de sentir uma indignação cristã, considerando com que temeridade aqueles que não falam senão em Escritura Sagrada, desprezaram, aviltaram e profanaram este divino testamento do Pai Eterno e falsificaram a sagrada aliança de Deus com os homens? Ó Calvino! Ó Lutero! como ousais vós riscar, trancar e mutilar tantas nobres partes do sagrado texto da Bíblia? Tirastes Baruc, Tobias, Judite, a Sabedoria, o Eclesiástico e os Macabeus. Por que alterastes desta forma a Sagrada Escritura? Quem vos disse que não são livros sagrados?... Confessai francamente que só o fizestes para contradizer a Igreja.

4 sinais para saber se o seu trabalho na Igreja é por amor a Deus ou por vaidade

Uma reflexão curtinha e fantástica: Santo Afonso Maria de Ligório vai direto ao nosso coração

Primeiro: quem age só para Deus não se perturba em caso de fracasso, porque Deus não querendo, ele também não quer.
Segundo: alegra-se com o bem que os outros fazem, como se ele mesmo o tivesse feito.
Terceiro: sem preferências para trabalhos, aceita de boa vontade o que a obediência lhe pede.
Quarto: tendo cumprido o seu dever, não fica à espera de louvores nem aprovações dos outros. Por isso, não fica triste se o criticam ou desaprovam, alegrando-se somente em ter contentando a Deus. Se, por acaso, recebe qualquer elogio do mundo, não se envaidece, mas afasta a vanglória, dizendo-lhe: Segue o teu caminho, chegaste tarde porque o meu trabalho já está dado todo a Deus.
(Santo Afonso Maria de Ligório, em “A Prática do amor a Jesus Cristo”)

Sucessão Apostólica – a lista de todos os Papas

EIS AQUI aqui uma das grandes riquezas da Santa Igreja Católica: seus dois milênios de história e parte de sua  riquíssima Tradição estão representados na lista de todos os Sumo Pontífices: todos os Papas que governaram a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, desde Pedro até hoje.

Existem vários documentos que relatam a sequência dos Papas, cujo início consta na Bíblia Sagrada: manuscritos antigos, livros, enciclopédias; há um farto acervo de documentos históricos que comprovam a Sucessão Apostólica; desses, podemos destacar a obra Adversus Haereses ('Contra as heresias') de Santo Irineu de Lião, escrita por volta de 180 dC. Este escrito dá um testemunho da lista dos Papas, desde o primeiro Bispo de Roma, S. Pedro, até o Bispo contemporâneo da época da obra de Santo Irineu, Santo Eleutério, que foi o 12º sucessor do Bispo de Roma. A obra Liber Pontificalis ('Livro Pontifício'), escrita no século VI, apresenta a lista desde S. Pedro até Félix II (526–530). Também os testemunhos patrísticos (primeiros padres da Igreja) confirmam a sucessão apostólica. Todos estes documentos são reconhecidos pela historiografia oficial, e mesmo a Enciclopédia Barsa, no volume 12, página 43, publicou a lista com todos os Papas, desde S. Pedro até S. João Paulo II.

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